terça-feira, 31 de maio de 2011

Utilidades do Eucalipto



  • Celulose
    • Papéis diversos (impressão, cadernos, revistas)
    • Absorvente íntimo
    • Papel higiênico
    • Guardanapo
    • Fralda descartável
    • Viscose, tencel (roupas)
    • Papel celofane
    • Filamento (pneu)
    • Acetato (filmes)
    • Ésteres (tintas)
    • Cápsulas para medicamentos
    • Espessantes para alimentos
    • Componentes eletrônicos
  • Óleos essenciais
    • Fármacos
    • Produtos de higiene
    • Produtos de limpeza
  • Alimentos
    • Produtos apícolas
    • Mel
    • Própolis
    • Geléia Real
  • Madeira serrada
    • Móveis
    • Construção Civil
    • Brinquedos
  • Postes e mourões
  • Laminados, MDF, HDF, chapa de fibra, compensados
  • Carvão e lenha
O eucalipto também remove gás carbônico (CO2) da atmosfera, contribuindo para minimizar o efeito estufa e melhorando o microclima local. O eucalipto protege os solos contra processos erosivos, conferindo-lhes características de permeabilidade, aumentando a taxa de infiltração das águas pluviais e regularizando o regime hidrológico nas áreas plantadas.

Fonte: Por Dentro do Eucalipto, da Celulose Nipo-Brasileira S.A. - Cenibra

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Economia e sustentabilidade - Reuso de água em condomínios

Reaproveitando a água da chuva e reutilizando a água consumida condomínios podem economizar, evitar o desperdício e ajudar o meio ambiente.


Em São Paulo existem milhares de condomínios e prédios residências. Imagine se cada um deles conseguisse reduzir, um pouco, o seu consumo de água por dia. Quantos que não economizaria no final do mês?
Além de preservar o meio ambiente ainda é possível economizar. Como?
Aproveitando a água da chuva e o reutilizando o que você consumiu em chuveiros e lavatórios que, é conhecido como “águas cinza”.
Esta técnica permite cortar até pela metade o valor da conta de abastecimento e esgoto. O consumo de energia pode ser reduzido em até 30% e o de água em até 50%.

Entenda como é feita a reutilização
Águas cinza são as provenientes de lavatórios, chuveiros, banheiras, pias de cozinha e de máquinas ou tanques de lavar roupas. Depois de coletada, ela passa por uma estação de tratamento dentro do próprio conjunto e, encaminhada para vasos sanitários, áreas comuns de limpeza e jardins. Com isto é possível reduzir o consumo diário por habitante de 200 para 130 litros.
Outra alternativa é o aproveitamento da água de chuva. Este sistema utiliza telhados e calhas como captadores e depois a água é dirigida para um filtro autolimpante e amarzenada em uma cisterna. Podendo ser utilizada no abastecimento de piscinas, em serviços de limpeza como, lavagem de garagem, áreas, carros, fachadas e no jardim. Assim os benefícios gerados são economia no final do mês, despoluição, preservação dos mananciais e minimização do desperdício. 

O edifício Ville d’France, situado em Indaiatuba, já aderiu a esta nova tendência. Segundo a empresa, Santo André Empreendimentos Imobiliários, o residencial, que será entregue em novembro deste ano, possui um sistema de reutilização de água da chuva, com diversos pontos de captação para posterior filtragem, além de instalações para futuro sistema reaproveitamento de água. Todos estes sistemas visam fornecer uma redução do consumo de água para os moradores além de entrar nesta nova tendência de sustentabilidade. Em decorrência desta infra-estrutura, os custos da obra são impactados, dado o aumento da quantidade de material necessário para estas instalações. Contudo, no futuro trará grandes benefícios para o meio ambiente assim como para o morador, uma vez que este não utilizará tratamento do SAAE para serviços domésticos.

Para conseguir um ótimo resultado o ideal seria investir em construções sustentáveis. Já que a construção civil é responsável pelo consumo de 40% dos recursos naturais, 34% do consumo de água e 55% do consumo de madeira. Além que, os resíduos gerados pelas obras, muitas das vezes, são jogados em áreas inadequadas, poluindo as cidades. A construção sustentável tende atender as necessidades dos moradores, reduzindo ao mesmo tempo, o uso de recursos naturais e a emissão de poluentes. O problema é que, segundo os construtores, o custo da obra pode se elevar em torno de 2% a 7% em empreendimentos sustentáveis. 


Conheça o desperdício no apartamento
A conta de saneamento da maioria dos condomínios é coletiva e o desperdício muitas vezes não é notado. Cada minuto de torneira aberta são cerca de 10 litros de água desperdiçada.
No banheiro um banho de ducha por 15 minutos, com o registro meio aberto, consome cerca de 243 litros. Se fechar o registro para se ensaboar, e reduzir o tempo para 5 minutos, o consumo cai para 81 litros. Com o chuveiro elétrico são gastos 144 litros. Tendo os mesmos cuidados são gastos 48 litros.
Na escovação dos dentes em cinco minutos, com a torneira não muito aberta, pode gastar até 80 litros. Se molhar a escova e fechar a torneira enquanto ensaboa os dentes pode economizar mais de 79 litros. Ao lavar a louça com a torneira meio aberta em 15 minutos, são utilizados 243 litros. Com economia o consumo pode chegar a 20 litros.
Fazendo a sua parte
Segundo um relatório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), se medidas urgentes não forem tomadas para implementar o uso racional dos recursos hídricos, até 7 bilhões de pessoas poderão conviver com a falta de água no ano 2050. O número corresponde aos habitantes de 60 países, ou 75% da população mundial. 
O brasileiro gasta, em média, cinco vezes mais água do que, o volume indicado como suficiente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que, é de, 40 litros diários por pessoa. Isto esta relacionado a problemas de postura e de comportamento do cidadão. O homem pode passar até 28 dias sem comer, mas apenas 3 dias sem água. Consciência todos tem, mas atitude nem sempre.
A educação para o comportamento de preservação é a melhor saída para combater o desperdício. Enquanto o seu condomínio não tem este sistema, você mesmo pode fazer a sua parte com outras atitudes inteligentes. A água do último enxágüe da máquina de lavar pode ser usada para a limpeza doméstica. Evitar jogar óleo de cozinha no ralo da pia, este ato chega a poluir 1 milhão de litros. Se policiar na hora do banho, na escovação dos dentes e, na limpeza do carro e da casa. Estas atitudes sigifica uma conta mais baxa no final do mês e um passo para minimizar os danos causados no planeta.

Texto: Anieli Barboni - Lance Comunicação

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ACHADOS DE DECORAÇÃO: BLOG DE DECORAÇÃO TAMBÉM TEM: DECOR DE SALAS

ACHADOS DE DECORAÇÃO: BLOG DE DECORAÇÃO TAMBÉM TEM: DECOR DE SALAS: "Bom Dia para todo mundo! Gente, se eu disse ontem, que um blog de decoração tem que ter Quartos, então tem que ter Salas também, não t..."

terça-feira, 24 de maio de 2011

Câmara Federal aprova novo Código Florestal

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar por 410 votos a favor, 63 contrários e 1 abstenção o novo Código Florestal. Ainda devem ser votados alguns destaques que pretendem alterar o texto do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Apenas o P-SOL e o PV recomendaram voto contrário à matéria.
Fonte: http://blogs.band.com.br/blogdarose/2011/05/25/camara-federal-aprova-novo-codigo-florestal/

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acerte na compra de portas e janelas


Qualquer projeto de construção que se preze precisa levar em conta a qualidade dos materiais utilizados. Isso é fato. Antes, elementos básicos, como portas e janelas, eram vistos como objetos arquitetônicos e simples. Hoje, a percepção é outra. Portas e janelas fazem toda a diferença na composição dos ambientes e já se tornaram uma preocupação na hora de construir e reformar. 

Foi-se o tempo em que as janelas eram o último elemento a ser comprado. As esquadrias já são elementos decorativos e funcionais da casa e, por isso, precisam de atenção e cuidado ao serem escolhidas. 

Em primeiro lugar, o consumidor deve certificar-se da qualidade do produto que está comprando e ficar atento aos padrões mínimos de produção, segurança e resistência. De nada adianta um produto bonito se este não estiver dentro das normas mínimas de segurança regulamentadas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Estas normas regularizam desde o isolamento acústico de janelas e portas, até as características principais do produto, como estanqueidade, umidade do solo e periodicidade de inspeções, prazos para a substituição de peças e condições de manutenção que levarão a se atingir a longevidade esperada. 

Outro fator de fundamental importância é definir bem o material a ser utilizado. No mercado, há uma série de opções, como alumínio, PVC, madeira e aço. Cabe ao consumidor, ou ao arquiteto, saber qual produto está de acordo com a proposta e a necessidade da obra. Neste sentido, fatores como localização, clima, custo-benefício e custo de manutenção devem ser levados em conta. 

Casas de praia, por exemplo, exigem atenção em relação à ventilação e à vedação por conta do clima. Já em projetos em centros urbanos, o consumidor deve se focar em produtos que garantam bom isolamento termoacústico e ainda estar atento à direção predominante do vento. Dados geográficos e comportamentais da vizinhança como se existe vida noturna intensa (isolamento acústico), se o terreno da obra está localizado perto de uma escola ou ainda se naquela região há pouca circulação de vento. 

Projetos com cunho ambiental podem buscar materiais sustentáveis para sua composição sem perder atributos de beleza. Neste caso, destaque para esquadrias de alumínio que, além de ter apelo ecológico por conta da estrutura física do metal, garantem versatilidade na decoração, visto que o alumínio aceita diferentes tipos de acabamento (pintura eletrostática e anodização), com baixo custo de manutenção, alto grau de estanqueidade à água de chuva e capacidade de isolamento termoacústico.        

           
            Em geral, o guia básico para comprar janelas e portas pode ser definido da seguinte maneira:
  1. Localização do projeto e avaliação do clima – Região serrana, praia, centro urbano etc.
  2. Especificações técnicas do produto e regulamentação quanto à legislação vigente – normas técnicas, segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
  3. Definição do melhor material a ser utilizado em sua obra e o que ele pode agregar em valor – durabilidade, versatilidade para composição de ambientes, modelos e sistemas de funcionamento. Existem diversas opções no mercado: alumínio, PVC, aço, madeira etc.
  4. Credibilidade da empresa fornecedora – principalmente em projetos sob medida.
  5. Espaço do vão disponível para instalação dos produtos – mensurar espessura, altura e largura.
  6. Sistema de funcionamento das esquadrias – espessura do perfil, qualidade dos acessórios.
  7. Custo de manutenção – qual é o tempo de vida médio? Sofre efeitos de corrosão? Quais são as medidas preventivas?
  8. Decoração - A esquadria dá a opção de diversos tipos de acabamento? É possível aplicar outras cores e texturas?

 Ricardo Martins é gerente comercial da Zeloart


Informações para imprensa
Kátia Dutra – katia@amaradei.com.br
Bárbara Gengo – barbara@amaradei.com.br
Anelisa Maradei – ane@amaradei.com.br
Tel: 11 29786283 

domingo, 22 de maio de 2011

DESMATAMENTO: Pinus e eucalipto salvam florestas nativas


Desmatamento tem sido trocado por reflorestamento.
Há muito tempo o único meio de se obter a celulose, para a confecção do papel que nós utilizamos todos os dias, era através da extração de florestas nativas. Para isso era preciso derrubar milhares de árvores, mas há 50 anos, a melhor forma de ter celulose se tornou as florestas plantadas.

Atualmente toda a produção de celulose vem de áreas reflorestadas de pinus e eucalipto, evitando a degradação do meio-ambiente. Mas, não é só indústria de papel e celulose está substituindo a madeira nativa por eucalipto e pinus. 

Assim também acontece com a produção de móvel, lenha, carvão vegetal e chapas de madeira, que antes utilizavam os recursos das florestas nativas. As empresas, que utilizam fornos a base de carvão vegetal, chapas e compensados e até indústrias de móveis, utilizam a madeira vinda de florestas plantadas.

Hoje a palavra desmatamento tem sido trocada pela palavra reflorestamento. Enquanto o ciclo de vida do eucalipto é de 7 a 10 anos, as árvores nativas têm um ciclo dez vezes maior. 

Mas, para convencer os empresários de que usar a madeira proveniente de floresta plantada era uma boa opção, foi preciso mostrar mais do que a sustentabilidade e preocupação com o meio-ambiente. Foi preciso que a ciência provasse que as florestas cultivadas também são viáveis economicamente.

Fonte: Painel Florestal

sábado, 21 de maio de 2011

PINTAR PORTA DE MADEIRA


Passo a passo da pintura de Porta
1º Passo: Lixe toda madeira da porta e remova toda poeira que impeça uma boa pintura.
2º Passo: Aplique a primeira demão de tinta sobre a porta e aguarde secar.
3º Passo: Após a primeira demão de tinta estar totalmente seca,  lixe novamente a madeira e aplique a segunda demão de tinta.


Revisar a pintura da porta e finalize com a última demão de tinta.

Lista de compra:
  • Tinta esmalte sintético.
  • Lixa de madeira.
  • Aguarrás.
  • Estopa.
  • Fita crepe.
  • Massa própria para madeira.
  • Rolo e pincel para pintura.
Nota: Para consertar buraquinhos na madeira, aplique massa e lixe após sua secagem.

Fonte: http://www.comopintar.com.br/como-pintar-porta-de-madeira