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terça-feira, 17 de julho de 2012

CASA COR ALIA SUSTENTABILIDADE COM SOFISTICAÇÃO


CASA COR ALIA SUSTENTABILIDADE COM SOFISTICAÇÃO

O uso de materiais ecológicos e conceitos sobre sustentabilidade estão entre os destaques da 26º edição da CASA COR SÃO PAULO. A parceria existente desde 2009, entre a SUSTENTAX e o Grupo CASA COR, tem permitido que os profissionais da mostra ampliem seus conhecimentos e recebam instruções para tornarem seus projetos mais sustentáveis alinhados com os conceitos de bom gosto, requinte e sofisticação.

Até o dia 22 de julho, o público de CASA COR terá a oportunidade de visitar diversos espaços para se inspirar. Iluminação com lâmpadas fluorescentes, automação e sistema LED

, aplicação de madeira certificada e de demolição, pisos com material rapidamente renovável – como o bambu e a fibra de coco –, vidros, lona de caminhão e cisterna para captação e armazenamento de água da chuva são alguns exemplos empregados nos ambientes e que demonstram que é possível evitar o desperdício e aplicar os materiais de forma consciente.

Abaixo, conheça os 10 projetos eleitos como os mais sustentáveis da CASA COR 2012 e descubra como os profissionais encontraram soluções inovadoras para apresentar ambientes ecologicamente corretos:

CHIQUE E SUSTENTÁVEL
  Foi a proposta de Adriana Noya para o ambiente ADEGA, ganhador do PRÊMIO CASA COR 2012 como o PROJETO MAIS SUSTENTÁVEL. Em sua primeira participação no evento, a profissional integrou a arquitetura de alto padrão com o uso de materiais nobres e sustentáveis, traduzindo em um espaço sofisticado, descontraído e eco - friendly. “Trata-se de uma Adega luxuosa com contraste de texturas e cores fortes, como o vermelho Valentino”. É importante ressaltar também que todo o projeto seguiu os conceitos, recursos e especificações que poderiam contribuir para créditos no sistema LEED caso fosse submetido a um processo de certificação em uma construção permanente, declara a arquiteta.

AGÊNCIA CONCEITO
Para compor o ambiente, Daniel Kalil utilizou cores e móveis de design que dão ao banco um ar mais humano, no lugar de espaços tradicionalmente frios e cinzas. A tecnologia permite que o local se adapte aos clientes, reconheça a cada um e apresente as informações que o usuário deseja. A sustentabilidade também foi contemplada. Toda a iluminação foi feita por meio de lâmpadas LED.

Foram utilizadas pastilhas pequenas de vidro e de inox que permitem o reaproveitamento dos resíduos. Todos os revestimentos foram aplicados em placas de gesso ou MDF, reutilizando por completo os materiais utilizados em outros lugares. Uma parede verde contribui para melhorar a qualidade do ar.

BRINQUEDOTECA
 O projeto da BRINQUEDOTECA, assinado pelas designers Michelle Souza e Vivian Grieco, apresenta diversas tendências tecnológicas e de sustentabilidade a favor de atividades lúdicas, educativas e, principalmente, que proporcionam saúde e bem-estar aos pequenos. O conceito nasce da tendência de valorização do tempo aliado aos cuidados com o bem-estar, assim, a hora da brincadeira torna-se, também, um momento importante para tratamentos como cromoterapia, aromaterapia, musicoterapia, binatural, reflexologia e cuidados com a beleza. De acordo com as profissionais, trabalhar com a própria naturalidade da criança, associada a um ambiente educativo gostoso é uma forma de estimular hábitos saudáveis desde cedo.  

JARDIM DAS ESTAÇÕES
Fruto da união entre os profissionais Sara Palamoni, Meire Lemes e Felipe Mascarenhas e localizado num lugar estratégico, o Jardim das Estações, tem uma área total de 170 m² e foi elaborado para representar as quatro  estações do ano no mesmo projeto paisagístico, com a finalidade de ser um “Lounge de Espera e Descanso” para aqueles que já passearam por toda extensão do evento, buscando atrair a atenção dos visitantes por meio do visual exuberante, ao mesmo tempo que desfrutam do conforto ao esperarem o carro.

Destaque para a utilização de madeira de reflorestamento na construção dos decks, pérgolas e estruturas. A automação da iluminação, bombas d’água das fontes, lagos e do som ambiente, foi projetado para economizar ao máximo a energia elétrica, além de utilizar LED e fibra ótica na maioria das luminárias. 

FACHADA DA CASA DE CAMPO
 Comdestaque à decoração rústica, as arquitetas Katya Francisco e Ligia Cunha apresentam um ambiente aconchegante para a convivência da família e dos amigos, um espaço agradável para uma conversa descontraída, ou mesmo um local para relaxar. O projeto possui um clima campestre e calmo, onde o contato com a natureza acontece por meio de uma proposta educativa e sustentável, exemplificada por um jardim com sementes e plantas frutíferas. Dois lounges e o jardim de flores são outras áreas que compõem o projeto.
  
Próximos à varanda, estão dispostos painéis de vegetação, inspirado nos tijolos ingleses, com aparência rústica e superfície texturizada, e fabricado com vidros de lâmpadas fluorescentes, telas de TVs e monitores de computador, que destaca a preocupação ecológica das arquitetas. 

CAFÉ E DOCERIA
 No CAFÉ E DOCERIA, de Rosane Aguiar, luminárias em LED, paredes e pisos em pedra de granito bruto compõem esse ambiente delicioso e relaxante para um lanche da tarde. Pensando no conforto e sustentabilidade, ela usa madeiras certificadas de reflorestamento, base de pet reciclado e biombos com gesso acartonado. A referência ao clima, textura e perfumes, o espaço de 150m² trabalhado com delicadeza, resgata o romantismo e charme Parisiense.

 SERVIÇO:
Período: de 29 de maio a 22 de julho de 2012.
Horário: de terça a sábado das 12h às 21h30. Aos domingos e feriados das 12h às 20h.
Special Sale: de 19 a 22 de julho de 2012.
Local: Jockey Club de São Paulo.
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1173, Cidade Jardim, São Paulo / SP.
Preço: de terça a sexta - R$ 39,00.
Sábado, domingo e feriados - R$ 45,00.
Passaporte: R$ 75,00 (válido para todos os dias da mostra).
Mais Informações: (11) 3819-7955.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Casa Cor estreia em 2012 com aplicativo inédito que proporciona visita guiada



Pela primeira vez uma mostra de decoração terá um aplicativo que simula uma visita guiada pelos ambientes com os próprios arquitetos.

O maior evento de decoração do país começou ontem 29 de maio e a tecnologia está nas mãos do público. Isso se deve a um aplicativo idealizado pela publicitária Lucila Zahran Turqueto, editora do Casa de Valentina e desenvolvido pela BR Mobile, que vai proporcionar uma maior interação do público com os mais de 90 ambientes da mostra. 

Exclusivo para iPhone e iPad, poderá ser baixado gratuitamente na Apple Store. Seu conteúdo proporcionará uma verdadeira visita guiada, na qual os próprios arquitetos apresentarão seus trabalhos aos visitantes. 

A VCA Filmes já gravou 90 vídeos com os profissionais que participam do evento. A ideia é que as pessoas que baixarem o aplicativo assistam um vídeo com os profissionais contando um pouco sobre o conceito do espaço, vejam o antes e depois do ambiente e tenham a possibilidade de conhecer outros projetos realizados pelos arquitetos e decoradores, tendo assim, um panorama maior do trabalho daquele profissional. 

“Com o aplicativo buscamos tornar muito mais fácil ao visitante da Casa Cor a missão de encontrar um arquiteto com o qual se identifique ou simplesmente mais agradável seu passeio pela mostra”, destaca Lucila.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Falta de opções de moradia ameaça mananciais da capital paulista, aponta especialista


Agência Brasil 

A falta de opções de moradia é, além de um problema social, uma ameaça aos mananciais que abastecem a cidade de São Paulo, avaliou a professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Helena Ribeiro. “Aquela população sem infraestrutura vai poluir, vai impermeabilizar o solo, vai jogar os dejetos na represa, ocupar os vales dos rios, vai desmatar. O efeito disso é muito danoso”, disse sobre o processo que ocorre nas represas Billings e Guarapiranga, usadas no abastecimento da metrópole paulistana.

O problema é somado, segundo a professora, aos efeitos da ilha de calor da cidade. A impermeabilização do solo, entre outros fatores, faz com que a metrópole acumule mais calor do que o entorno. “Com isso, você tem tempestades mais fortes, que levam os resíduos para os corpos d'água. Depois você tem períodos com maior seca, em que você tem déficit de água para o abastecimento. Falta de água nas represas. Tudo isso é um fenômeno que já está ocorrendo em São Paulo”, destacou Helena Ribeiro. Segundo ela, esses efeitos se somam aos produzidos pelas mudanças climáticas.

Apesar dos problemas com o manejo dos mananciais, a professora ressaltou que a água distribuída na capital paulista tem qualidade “regular” - “dá para a população beber”. Para ela, é preciso evitar o consumo de água engarrafada, que causa grandes impactos ambientais para sua produção. “São empresas privadas que compram nascentes, engarrafam a água e transportam por caminhão. Então você tem a produção do plástico, que é muito poluente, tem o uso de combustível e os despejos que isso causa também”, disse após participar do seminário Água e Saúde na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O evento marcou o Dia Mundial da Água, comemorado hoje (22).

Como opção para a preservação dos mananciais paulistanos, Helena Ribeiro apontou o aproveitamento do centro da cidade para proporcionar moradia às famílias pobres. “ A proposta toda é fazer um centro mais compacto, atrair a população de baixa renda para o centro”, disse ao lembrar que a prefeitura já tem projetos com esse objetivo.

domingo, 4 de março de 2012

ITU CASA DECOR 2012

Anote na agenda

A mostra ITU CASA DECOR 2012 abre suas portas a partir do mês de abril e se inspira em uma história com raízes italianas. 

SERVIÇO 
ITU CASA DECOR 2012® 
Data: 27 de abril a 17 de junho de 2012 
Horário de funcionamento: De quarta a sábado das 14h às 22h e aos domingos das 12h às 20h 
Endereço: Praça Maranhão, nº 16, no Bairro Brasil, Itu-SP 
Informações: 11 2715-0045 | 11 2715-0047 | 

edição 2011




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ERP de construção civil reduz tempo e recursos com atividades operacionais

Construtora utiliza o software que integra com segurança e rapidez todos os seus processos administrativos.

Estudo de Caso: Softplan / Porte Construtora.


CLIENTE

A Porte Construtora, situada em São Paulo, atua no mercado da construção civil desde 1986. Já construiu 29 empreendimentos, sendo que hoje executa sete obras, devendo iniciar outras três ainda em 2011. Com atuação também na área de incorporação e estruturação de negócios, a Porte expande as possibilidades de negócios em empreendimentos residenciais e comerciais, graças ao relacionamento inovador com os seus diversos públicos.

DESAFIO

Para o desenvolvimento de projetos modernos e inteligentes, com o aperfeiçoamento constante de técnicas de construção e administração, a Porte Construtoranecessitava encontrar uma ferramenta que permitisse atuação ágil, tanto na parte operacional quanto na aquisição de informações gerenciais. A empresa buscava por umsoftware de gestão que visasse, além de maior controle e segurança, a otimização e a integração de seus processos.

SOLUÇÃO

“Dentre as diversas soluções pesquisadas na época da adoção, em 1995, o SIENGEera um dos poucos sistemas específicos para a construção civil. O ERP também atendia às nossas necessidades funcionais e de formato de negócio, com excelente custo-benefício” conta Wil Halada, diretora administrativo-financeira.

O sistema ofereceu uma parceria na busca da empresa pela melhoria e modernização contínua. “Quando você dispõe da ferramenta adequada, há possibilidade de melhorias reais em toda a gestão, com melhor aproveitamento das capacidades dos profissionais e foco no aperfeiçoamento constante dos processos. A migração para desktop, em 2000, melhorou o desempenho do software em aspectos como rapidez, visualização e facilidade de utilização. Já a migração para o SIENGE WEB nos trouxe redução de custo em hardware, software, total mobilidade de uso em diversos sistemas operacionais e browsers. A atualização de versões é segura, ágil e totalmente automatizada, além de ter uma interação com o usuário mais imediata e de fácil entendimento”, destaca a diretora. Ou seja, ao invés de despender tempo e recursos com atividades operacionais, a empresa emprega seus esforços onde é mais importante.


A Porte Construtora utiliza o SIENGE há 16 anos em todos os processos, tanto na área de obras, quanto na administrativa. Em ambas, a utilização do sistema é fundamental para a execução das tarefas. “É muito difícil imaginar como seria a gestão da empresa sem o software. Todas as operações, da rotina até a análise de informações gerenciais, estão integradas e inseridas no sistema. Com absoluta certeza, a empresa não teria a eficiência adequada e precisaria de uma quantidade de funcionários muito maior se não utilizasse o SIENGE”, ressalta Wil.



DESCRIÇÃO DO PRODUTO 
O SIENGE é o único software de gestão específico para construção civil com tecnologia 100% web. É composto por dez módulos integrados: Engenharia, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Administrativo, Suporte à Decisão, Portais, Contabilidade/Fiscal, Gestão de Qualidade e Gestão de Ativos. Líder de mercado no segmento, possui mais de 1200 clientes em todo o Brasil. É desenvolvido pelaSoftplan, uma das maiores empresas de desenvolvimento de ERP do país, com 20 anos de experiência e mais de 700 colaboradores.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Expoflora 2011 - Confira mostra "Minha casa, meu jardim"


Setembro lembra primavera, que lembra flores e o roteiro turístico na Região metropolitana de Campinas é a 30ª Expoflora. Realizado todo mês de setembro, em Holambra, interior de São Paulo, o objetivo principal do evento é o resgate dos aspectos culturais e sociais da Comunidade de Holanda. Além do encanto das mais diversas flores, de uma viagem na cultura e gastronomia holandesa, a Expoflora reflete na economia da região e, é o maior evento de flores e plantas ornamentais da América Latina. Além de contribuir com a elevação do município na categoria de Estância Turística do Estado de São Paulo.



Além das flores, a Expoflora movimenta o mercado turístico com pacotes incluindo linhas diretas, passeios e hospedagem nas cidades da região. Na qual, chegam aproximadamente, três mil ônibus de várias partes do Brasil e algumas excursões de países vizinhos. 

A mostra de paisagismo conta com 22 ambientes, reúne soluções para pequenos e grandes espaços e traz alternativas sustentáveis. O roteiro busca a conscientização ambiental à medida em que o visitante reconhece as iniciativas sustentáveis. Hortas surgem suspensas em jardineiras de folhas de bananeira, cultivadas de forma hidropônica ou adaptadas em em garrafas pet e de vidro. Os vasos convencionais foram substituídos por materiais biodegradáveis feitos de uma mescla de bambu, fibras de trigo, arroz e milho e de fibras de coco que substituem os extintos xaxim. Muros de taipa, móveis de madeira de pallets, lareiras ecológicas, esculturas de sucata servem de inspiração aos visitantes.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Por que a arquitetura paulistana reflete nas plantas os hábitos e costumes dos moradores?


Regiões da cidade podem ser identificadas pela influência da imigração em traços comuns no estilo de construir e distribuir os cômodos.


Ao escolher um bairro para fixar residência os moradores costumam prestar atenção ao ritmo de vida das regiões. Algumas áreas são reconhecidas pela vida noturna agitada, outras pela variedade gastronômica ou cultural, ou ainda pelas opções de lazer para crianças. É bastante interessante a relação estabelecida entre a cultura e o estilo de vida dos moradores, fator que influencia diretamente no lay-out das plantas dos empreendimentos imobiliários.

Segundo a arquiteta paulistana Renata Marques, trata-se de um processo natural. “As casas e apartamentos refletem nas plantas as necessidades e costumes de cada cultura ou estilo de vida. Por exemplo, em bairros com forte influência de imigrantes portugueses ou italianos as áreas de convivência, como cozinhas e salas, costumam ser muito valorizadas”, explica.

Os bairros do Tatuapé e Móoca refletem essas características em seus empreendimentos. A maior parte da área construída costumava ser ocupada por casas espaçosas com jardim e quintal, além de cozinhas e salas amplas, para receber os familiares. “Os moradores descendentes desses povos tem prazer em cozinhar e gostam de estar próximos da família, logo as áreas de convivência eram muito valorizadas”, aponta Renata. 

Essa zona está passando por um novo boom imobiliário, e desta vez observa-se a verticalização dos imóveis, mas sem deixar de lado essas preferências, que podem ser observadas em outros aspectos. “Para essas famílias, apesar dos filhos muitas vezes não morarem mais com os pais, é importante ter várias vagas na garagem, facilitando o acesso de quem as visita. Outro ponto a ser levado em conta são as áreas externas dos apartamentos. A sacada tem muita importância, oferece o conforto de estar ao ar livre, como nos quintais e jardins, ainda que dentro do apartamento”, esclarece a arquiteta.

Em outra direção, a região central de São Paulo e bairros como a Bela Vista, que antigamente costumava ser habitada por imigrantes, ganham muitos empreendimentos em forma de estúdio - um grande cômodo apenas com todos os ambientes integrados. Na verdade uma solução moderna para solteiros e recém-casados, que buscam o local pela efervescente vida cultural.

Percebe-se também, nos imóveis voltados para os jovens, a flexibilidade de lay-out. “Tudo é muito prático. Os apartamentos não têm lavanderia, por exemplo, a área de serviço é conjunta”, analisa Renata.

Na Liberdade, o diferencial já pode ser notado no estilo das construções, que lembram a arquitetura Oriental, onde se observa desde os telhados inclinados em estilo japonês até influencias culturais, seguindo as orientações do Feng Shui.

Perdizes é um bairro essencialmente de casas que vem se verticalizando com o tempo. As construções antigas dão lugar a apartamentos mais modernos e seguros. “Esta já é uma região onde as principais mudanças são para adequar os prédios à questão de oferecer mais segurança”, observa Renata. 

Cozinhas e áreas de convivência ganham importância

A arquiteta constata que os espaços gourmet e cozinhas estão mais valorizados do que nunca nos novos empreendimentos, já que acabam funcionando inclusive como áreas de convivência. Ela diz que este é um reflexo desta cultura da culinária que vem chegando ao Brasil sob forte influência dos franceses e italianos. “O brasileiro vem descobrindo o prazer de cozinhar, de experimentar novos pratos e, principalmente, vivenciar este processo”, finaliza.

Fonte: Assessoria de imprensa

terça-feira, 17 de maio de 2011

Masdar City - Empreendimentos de baixo impacto ao meio ambiente

A Cidade do Futuro
Uma cidade projetada para um ambiente árido, de temperaturas médias anuais mínimas de 50º c, financiada por produtores de petróleo dos Emirados Árabes e que possui a pretensiosa meta da emissão zero de carbono em sua existência, através do foco em energias limpas.

A Masdar City é de autoria do arquiteto inglês Norman Foster. O projeto atende aos quesitos da arquitetura que pretende baixo impacto ambiental, aliando conhecimentos regionais aos materiais produzidos através de tecnologias de ponta.
Uma cidade planejada para atender a ordem da não degradação ao meio ambiente, ou o menor impacto possível, necessita, inquestionavelmente, reduzir sua pegada de carbono. Seguindo este raciocínio, a cidade foi toda planejada para exigir menos energia, viabilizando assim sua sobrevivência apenas com energias alternativas, limpas.


O projeto Masdar City considera a relação direta do consumo e a geração dos resíduos e entende que o equilíbrio depende de diversas práticas e objetivos bem definidos. Alguns princípios e objetivos para alcançar a excelência do menor impacto, pensados para este empreendimento, estão listados a seguir:
- Elementos que demonstram adaptação ao clima e ao lugar – Resfriamento passivo da cidade pelo aproveitamento da brisa do mar, através de ruas posicionadas de maneira a canalizar estes ventos; ruas estreitas e edificações projetadas para proporcionar sombra e evitar a incidência direta dos raios solares nos ambientes externos; torres de vento para resfriar o ar; muralha contornando a cidade para frear os ventos quentes carregados de areia do deserto, presença da água em espaços públicos; entre outros;
- Incentivo à caminhada, através de parques, praças e jardins projetados de acordo com a tradição paisagística árabe; 
- Transporte entre Masdar City e Abu Dhabi por trem elétrico em trilhos elevados;
- Transporte interno por veículos sobre trilhos magnéticos que utilizarão energia elétrica. Estes substituirão os automóveis;
- Painéis solares fotovotáicos nas coberturas das edificações - responsáveis pela geração de energia;
- Produção de energia limpa e armazenamento do excedente através de uma usina de energia solar;
- Reciclagem da água utilizada (80% dela), para fins de irrigação e reuso;
- Redução dos resíduos através da compostagem e da reciclagem de plástico, papel, alumínio e outros materiais.
- Documentação digital dos habitantes para evitar o uso de papel;
- Cidade na escala humana – sem arranha-céu.
Sem dúvidas um belo casamento entre engenharia, arquitetura e design em prol do meio ambiente. Uma cidade laboratório que merece a atenção de pesquisadores de diversas áreas."

Fonte:
www.arquiteturaecoeficiente.com.br