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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Neobambu apresenta pisos e revestimentos sustentáveis coloridos



Empresa, que oferece opções para substituir a madeira na arquitetura e decoração, traz a tendência das cores para os pisos de bambu

Neobambu, empresa, que desde 2006 oferece produtos em bambu para substituir o uso da madeira em pisos e revestimentos, apresenta novos pisos de demolição de alta densidade em seis cores: amarelo, laranja, vermelho, off-white, cinza e preto. A Neobambu oferece também, revestimentos de paredes, móveis e objetos de decoração com folha laminada de bambu.

Os pisos de bambu são de fácil e rápida instalação. Eles possuem encaixe macho e fêmea e já vem com acabamento pronto, o que permite a instalação imediata, sem necessidade de aplicação de resina no local.

Bambu Demolição colorido: na prensa de alta densidade consiste na fundição das fibras do bambu em alta pressão. É indicado para áreas de alto e baixo tráfego.

Medidas 91,5 x 9,6 x 1,4cm

Sobre o bambu
O bambu, por ser uma gramínea, cresce mais rápido que uma árvore. Autossuficiente, é um recurso natural sustentável. Mais resistente que a madeira, o bambu possui elevado teor de fibras, o que o torna mais denso.

Sobre Neobambu
Fundada em 2006 pela arquiteta Francine Ferrari Gautier e pelo empresário Marco Aurélio Nery, a empresa reflete a preocupação dos empreendedores com o futuro do meio ambiente e a necessidade de novas alternativas para a arquitetura e a decoração. 
Comprometimento e responsabilidade com o meio ambiente e seus clientes são valores da empresa, que aprimora suas pesquisas, adquirindo experiência e inovando no mercado de pisos brasileiros. A equipe faz análises de qualidade da matéria-prima, selecionada entre os melhores fornecedores internacionais, e a inspeção final, realizada com cautela e precisão.  Ecologicamente correta, a Neobambu é uma empresa certificada em qualidade ambiental ISO14001 e ISSO9001, oferecendo  ao mercado brasileiro um produto que resulta em uma moradia sustentável.


Em São Paulo
Neobambu
Rua Jupi, 138, Santo Amaro, SP.
(11) 5565-9029
www.neobambu.com.br

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cartão Amanco CredConstrução financiou R$ 21,4 milhões na compra de materiais de construção este ano em São Paulo


A Mexichem Brasil financiou, por meio do cartão Amanco CredConstrução, R$ 21.457.758 em compras de materiais de construção em todo o Estado de São Paulo nos primeiros sete meses de 2012, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado, quando esse valor chegou a  R$ 17.866.535.

O Estado totaliza R$ 130.635.502 em financiamentos pelo CredConstrução desde outubro de 2008, quando a Mexichem Brasil lançou o primeiro cartão private label vinculado a uma fabricante de material de construção do Brasil. São Paulo conta com 754 lojas onde é possível efetuar as compras com o CredConstrução. O valor médio de financiamento é de R$ 700 na primeira compra e R$ 250 nas demais.

CredConstrução - Idealizado com o objetivo de aumentar o acesso a material de construção, principalmente pela população de baixa renda, o cartão conta com inovações que ajudam as lojas a aumentar suas vendas, como grande taxa de aprovação e ferramentas exclusivas de relacionamento e fidelização de seus clientes. Já os consumidores não pagam TAC (Taxa de Abertura de Crédito) e podem quitar a fatura na própria loja. Além disso, os juros são mais baixos do que os do crediário.

sábado, 2 de junho de 2012

Blum apresenta “cozinha do futuro” na For Móbile


A Blum, tradicional companhia austríaca de ferragens, será um dos destaques da 5ª edição da ForMóbile, Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira-Móveis, que reúne profissionais de toda a América Latina. No evento, que acontecerá entre os dias 24 a 27 de julho de 2012, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP), a empresa apresentará o conceito DYNAMIC SPACE, que alia o moderno e o prático para criar ao usuário a “cozinha do futuro”. 

O conceito DYNAMIC SPACE foi criado para proporcionar ambientes de acordo com o perfil do cliente e análises das atividades que o usuário realiza no dia a dia. Atender os desejos e necessidades do morador é a nova tendência do mercado moveleiro e requer comprometimento do arquiteto, do decorador e do proprietário no desenvolvimento e execução do projeto.

SERVIÇO:
ForMóbile – 5ª Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira-Móveis
Data: 24 a 27 de julho de 2012
Horário: das 13h às 20h
Local: Pavilhão Anhembi – São Paulo
Blum: Rua I, Stand 02
www.blum.com.br

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Alvenaria estrutural: a opção do mercado imobiliário


Por Marcelo Kaiuca

As estatísticas comprovam: o boom do mercado imobiliário, ancorado na disponibilidade crescente do crédito para financiamento habitacional, deve continuar em alta no Brasil, mesmo com o agravamento da crise econômica internacional. Com a redução da taxa Selic, os juros dos financiamentos habitacionais caíram, favorecendo os compradores de imóveis. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, reduziu os juros de 10% para 9% ao ano para imóveis de até R$ 500 mil, incluídos no Sistema Financeiro de Habitação 

(SFH) e prevê que as contratações de crédito imobiliário chegarão a R$ 90 bilhões, após os R$ 81,8 bilhões em empréstimos habitacionais tomados em 2011. Em 2002, considerado o “fundo do poço” do mercado imobiliário, foram vendidas apenas 29 mil unidades residenciais, num total de R$ 3 bilhões de crédito habitacional. 

Com a edição da Lei 10.931, em 2004, que instituiu garantias a construtoras, incorporadoras e animou investidores do mercado imobiliário, foi criado o ambiente inicial para a arrancada do setor. A somatória desses fatores promoveu a maior explosão de lançamentos imobiliários, nos mais diversos padrões, em quase todo o país e vem impulsionando o uso da alvenaria estrutural com blocos de concreto em regiões que não tinham tradição nesse sistema construtivo, no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. 

Isto porque a alvenaria estrutural feita com blocos de concreto é o sistema construtivo ideal para a construção de médio e baixo padrão e até no padrão médio-alto, pela redução de custos e de prazos da obra, entre outras vantagens. 


Sistema imbatível 

Essa constatação é avalizada por um dos mais experientes arquitetos e profissionais da área de pré-fabricados de concreto é confirmada pelo também experimentado engenheiro e projetista estrutural Arnoldo Wendler, de Campinas-SP, e que atua em diversas regiões do país. Ele desenvolveu uma planilha, juntamente com construtoras com as quais trabalhou ao longo dos seus 30 anos de profissão, que revela a alvenaria estrutural com blocos de concreto como “praticamente imbatível” na construção de edifícios de até quinze pavimentos e com reduções entre 5% e 10% em edifícios acima de desse gabarito, comparada à construção convencional (veja tabela). De acordo com o engenheiro e projetista estrutura, “edificações construídas com alvenaria estrutural de blocos de concreto exigem, porém, uma boa coordenação arquitetura-estrutura e projetos de instalações para serem bem-sucedidas e aproveitar ao máximo todas as vantagens do sistema construtivo”, adverte Wendler. 

Essa redução de custos com o uso da alvenaria estrutural com blocos de concreto, explica o projetista, deve-se ao fato de que os prazos são menores, não há necessidade de profissionais de custo mais elevado, como carpinteiros e armadores – para montar fôrmas e armaduras, no caso da construção convencional em concreto – e o acabamento também ganha economia, com a dispensa de reboco e emboço. Wendler ensina que, para isso, é necessário ter mão d obra bem preparada – “algo que se consegue com 15 dias de treinamento” – e equipamentos racionalizadores na obra. Nos edifícios mais altos, esses equipamentos fornecem, além de racionalização e precisão, maior segurança para os operários, afirmam projetistas e construtores. 

As vantagens da alvenaria estrutural com blocos de concreto estão sendo cada vez mais levadas em conta por incorporadores e construtores devido às exigências de competitividade num mercado aquecido. E, principalmente, nos empreendimentos voltados para programas habitacionais, como o Minha Casa, Vida e outros, desenvolvidos por governos estaduais e prefeituras, cujas margens de rentabilidade são bastante estreitas e, assim, exigem sistemas construtivos altamente econômicos, que envolvem muito menos mão de obra especializada, em falta no mercado atualmente, para não perder rentabilidade. Quem não aproveitar os ganhos proporcionados por esse sistema construtivo, certamente pode perder mercado para concorrentes antenados com as práticas mais racionalizadoras e de melhor custo-benefício existentes no país.. 

Marcelo Kaiuca é presidente da BlocoBrasil-Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto 

REDUÇÃO DE CUSTOS 

1. Materiais 

Redução de armaduras 

(Andar tipo = 320 m² ) 

Concreto armado: 5.933 kg 

Alvenaria estrutural: 1.432 kg 

Grande redução de fôrmas: 

Convencional – só painel de laje 

Laje içada – quase 100 % 


Revestimentos mais econômicos: 

5 cm a 6 mm de gesso interno 

2 cm a 2,5 cm de massa externa 


2. Processo 

- Rapidez na execução da obra 

- Limpeza e racionalização de canteiro 

- Grande redução de desperdício e resíduos (23% para 6%) 


3. Manutenção 

- Redução do retrabalho e manutenção pós-obra (redução do custo pós-obra em 

50%) 

- Eliminação das patologias sistemáticas (não há interface de sistemas) 


Economias por tipo de obra 

Quatro pavimentos 

25% a 30% 

Sete pavimentos sem pilotis, com alvenaria não-armada 

20% a 25% 

Sete pavimentos com pilotis, com alvenaria armada 

15% a 20% 

Sete pavimentos com pilotis 

12% a 20% 

Doze pavimentos sem pilotis 

10% a 15% 

Doze pavimentos com pilotis, térreo e subsolo em concreto armado 

8% a 12% 

Dezoito pavimentos com pilotis, térreo e concreto armado 

4% a 6% 

Fonte: Engenheiro Arnoldo Wendler 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mercado Imobiliário de São Paulo só vai se valorizar


Luiz Augusto Pereira de Almeida*

A toda hora surge a pergunta: os preços dos imóveis em São Paulo irão cair? É melhor comprar agora ou esperar um pouco? Sempre é difícil predizer o futuro, mas, nesse caso, os indicadores estão todos apostando para a continuidade da alta.

São Paulo é uma cidade que a todos encanta. Centro pulsante da América Latina, ela é dinâmica, atraente, forte e envolvente. Concentra inteligência, criatividade, tecnologia, inovação, empreendedorismo e, porque não, sensibilidade e espiritualidade. Dados da prefeitura indicam que a projeção populacional para a capital é de 12,250 milhões de pessoas para 2030. É como se, daqui até lá, crescêssemos uma cidade de Itatiba ou Caraguatatuba por ano. Para absorver um aumento desse porte, é necessária uma oferta contínua de habitação.

Dados do Secovi - O Sindicato da Habitação indicam um forte crescimento de unidades vendidas nesta última década ( pico de 35,8 mil unidades em 2010), mas ainda distante do quadro ideal. E, como sabemos, o preço de qualquer produto é identificado pela combinação daoferta e procura. Se temos mais oferta, o preço cai e, o contrário é verdadeiro. Vale dizer que, se a oferta é escassa, os preços sobem, e parece que a oferta para os próximos anos, devido a alguns fatores, será menor ou semelhante à dos anos anteriores.

Falta de terrenos: São Paulo optou em seu plano diretor por restringir a ocupação dos terrenos. Já chegamos a construir o equivalente a 22 vezes o tamanho do terreno ( Edifício Martinelli) e hoje esse múltiplo não passa de uma ou duas vezes. Quem quiser construir mais, tem depagar licença para a prefeitura. Ou seja, nunca teremos verdadeiros arranhacéus em nossa cidade, acomodando milhares de pessoas, como ocorre em centros urbanos como Nova York, Dubai e Miami. Se para cima não pode, só nos resta crescer para os lados, através do espalhamento. Portanto, sempre haverá o efeito borda, ou seja, o centro mais caro e a borda mais barata.

Processo de aprovação: um projeto de um empreendimento residencial na cidade de São Paulo, dependendo de seu porte e localização, pode levar anos para receber um alvará de obra, prazo incompatível com o dinamismo da cidade.

Restrições ambientais e compensações urbanas: a euforia e os debates que temos visto no Brasil sobre o meio ambiente devem nos levar, em breve, a um impasse. Na recente aprovação do Código Florestal, nenhuma distinção foi feita entre meio ambiente urbano e rural. Ou seja, uma mesma lei deverá ser aplicada no campo e na cidade, quando os dois ambientes são totalmente distintos e demandam soluções amplamente diferentes. Com mais restrições no uso e ocupação do solo, os custos serão, certamente, maiores.

Custo da Construção: com o crescimento da indústria da construção civil, temos visto nos últimos anos uma forte pressão sobre a capacidade de produção dos fornecedores de materiais de construção,forçando um generalizado aumento de preços.

Custo da Mão de Obra - com o aumento de lançamentos, bem como da construção em geral no Brasil (vide estádios, ginásios e infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016), a mão de obra tornou-se um bem escasso e com isso os salários dispararam.

Aumento de renda revertido para imóveis - a economia brasileira vem crescendo e a ascensão das classes C e D impulsionou de uma forma geral a renda da população. E parte deste excedente foi e está sendo canalizado para o setor imobiliário, seja para a primeira moradia, seja para especulação.

Diminuição das taxas de juros - a força tarefa do governo em prol da redução das taxas de juros ( 19% em 2005, para 9,75% em 2010 e, agora, em 8%) levará investidores e poupadores a transferirem seus recursos para algomais rentável. O mercado imobiliário, com certeza, será uma forte opção.

Aumento de Crédito - nos últimos anos, o aumento de crédito foi expressivo. De R$ 10,4 bilhões (poupança mais o FGTS) em 2005 para R$ 84,1 bilhões em 2010. Financiamentos de até 30 anos foram estabelecidos, facilitando a compra do imóvel. A expectativa do mercado é de que a relação crédito/PIB cresça dos atuais 3% para 10% nos próximo anos.

Menor número de lançamentos nos próximos anos - As construtoras/incorporadoras lançaram inúmeros empreendimentos e, atualmente, estão sofrendo nos prazos de entrega, face aos desencontros de mão de obra, ou mesmo de materiais de construção. Assim, haverá um prazo para arrumar a casa, escasseando a oferta.

Psicológico coletivo -você já vendeu um imóvel e com odinheiro tentou comprar outro igual? Provavelmente, não conseguiu. O medo devender barato faz com que os preços estejam sempre subindo.

Devido a todas as razões aqui analisadas, salvo se houver um grande colapso econômico mundial ou alguma interferência governamental, dificilmente os preços dos imóveis cairão nos próximos anos na cidade de São Paulo. Por analogia, o mesmo deve ocorrer emtodo o Brasil.

*Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci/Brasil e diretor de marketing da Sobloco Construtora S.A.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Construção civil reformula produtos para elevar ecoeficiência


No ano em que diversos países se reunirão, na Rio+20, para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.

A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.

“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.

Menos entulho

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.

Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.

Alternativa

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.

O plástico verde tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera - gás causador do efeito estufa - durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 35 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Com a inauguração de sua fábrica de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar, com capacidade anual de 200 mil toneladas, tornou-se a maior produtora de biopolímeros do mundo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Em 2012 vendas de materias para construção deve aumentar R$ 87 bilhões


O IBOPE Inteligência aponta que os brasileiros deverão gastar R$ 87,79 bilhões com material de construção neste ano. Esse total representa um aumento de 14,8% em relação ao gasto em 2011, que somou R$ 76,43 bilhões. As classes B e C são as que mais gastarão. A classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo nesse segmento: 42,93% de todo potencial de consumo provêm dela. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 34,02% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 18,02% e a DE (20,58% dos domicílios), de 5,03%
Potencial de consumo por região


Por região, o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 51,3%, seguido pelo Sul (18,08%) e Nordeste (15,99%). O Centro-Oeste tem um potencial de 9,16% e o Norte, de 5,47%.

Quando analisado o consumo per capita, a região Sul é a mais representativa, com um gasto médio anual de R$ 676,39. Em segundo lugar aparece o Centro-Oeste, com R$ 630,39. A região Sudeste aparece em terceiro lugar, com um gasto médio per capita de R$ 596,43. Depois aparecem o Norte (R$ 401,15) e o Nordeste (R$ 356,69).
Nas regiões Norte e Nordeste a classe C tem potencial de consumo maior. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste o consumo da classe B é superior ao das demais classes.
O potencial de consumo refere-se ao consumo domiciliar, ou seja, aquele comprado por pessoa física junto a varejistas do ramo, para reforma do lar ou construção da casa própria. Não inclui, portanto, os negócios realizados entre as construtoras e as indústrias de materiais de construção.

Fonte: IBOPE

sábado, 24 de março de 2012

FEICON BATIMAT - Salão Internacional da Construção 2012


Entre os dias 27 a 31 de Março de 2012 acontece em São Paulo a FEICON BATIMAT - Salão Internacional da Construção. Em sua 20 edição, configura-se como o principal evento do setor da construção na América Latina., com o objetivo de demonstrar produtos, tendências, soluções e lançamentos, reunindo em um único local o maior número de expositores de todas as partes do Mundo, atraindo um público altamente qualificado, em busca de networking e negócios. 
Simultaneamente ocorre o Núcleo de Conteúdo Feicon Batimat com palestras e discussões, preparando os profissionais para o futuro da indústria. 

Numa ação colectiva organizada pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), 14 fabricantes e distribuidores de acessórios, ferramentas e materiais de construção portugueses irão expor seus produtos no evento.

Perfil da Feicon Batimat

Edição: 20ª edição
Data: 27 a 31 de Março de 2012
Horário: 10h às 19h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana - CEP 02012-021 São Paulo - SP

VISITAÇÃO: Proibida a entrada de menores de 12 anos, mesmo que acompanhados. Evento exclusivo para profissionais do setor. O visitante que comparecer ao evento sem convite ou sem o pré-credenciamento feito deverá fazer sua inscrição no local. A entrada custará R$ 50,00*.

*Formas de pagamento: dinheiro ou cartão de débito.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Falta de opções de moradia ameaça mananciais da capital paulista, aponta especialista


Agência Brasil 

A falta de opções de moradia é, além de um problema social, uma ameaça aos mananciais que abastecem a cidade de São Paulo, avaliou a professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Helena Ribeiro. “Aquela população sem infraestrutura vai poluir, vai impermeabilizar o solo, vai jogar os dejetos na represa, ocupar os vales dos rios, vai desmatar. O efeito disso é muito danoso”, disse sobre o processo que ocorre nas represas Billings e Guarapiranga, usadas no abastecimento da metrópole paulistana.

O problema é somado, segundo a professora, aos efeitos da ilha de calor da cidade. A impermeabilização do solo, entre outros fatores, faz com que a metrópole acumule mais calor do que o entorno. “Com isso, você tem tempestades mais fortes, que levam os resíduos para os corpos d'água. Depois você tem períodos com maior seca, em que você tem déficit de água para o abastecimento. Falta de água nas represas. Tudo isso é um fenômeno que já está ocorrendo em São Paulo”, destacou Helena Ribeiro. Segundo ela, esses efeitos se somam aos produzidos pelas mudanças climáticas.

Apesar dos problemas com o manejo dos mananciais, a professora ressaltou que a água distribuída na capital paulista tem qualidade “regular” - “dá para a população beber”. Para ela, é preciso evitar o consumo de água engarrafada, que causa grandes impactos ambientais para sua produção. “São empresas privadas que compram nascentes, engarrafam a água e transportam por caminhão. Então você tem a produção do plástico, que é muito poluente, tem o uso de combustível e os despejos que isso causa também”, disse após participar do seminário Água e Saúde na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O evento marcou o Dia Mundial da Água, comemorado hoje (22).

Como opção para a preservação dos mananciais paulistanos, Helena Ribeiro apontou o aproveitamento do centro da cidade para proporcionar moradia às famílias pobres. “ A proposta toda é fazer um centro mais compacto, atrair a população de baixa renda para o centro”, disse ao lembrar que a prefeitura já tem projetos com esse objetivo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Construção civil terá PIB forte em 2012


Apesar da deterioração do cenário, obras já contratadas garantem crescimento de 5,2%

07 de dezembro de 2011 - O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve continuar crescendo neste ano e no próximo num ritmo superior ao da economia em geral, apesar da deterioração do cenário mundial. Projeções do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) divulgadas ontem indicam que o PIB da construção civil deve aumentar 4,8%, ante um acréscimo de 3% da economia. Para 2012, a estimativa é que o PIB geral cresça 3,5% e o da construção civil tenha uma acréscimo de 5,2%.

Ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o PIB da construção civil do terceiro trimestre cresceu apenas 0,2% ante o segundo trimestre, descontadas as influências sazonais. Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, a alta foi de 3,8%. "Esse resultado está subestimado", afirmou Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos e responsável pela análise econômica do setor feita pelo Sinduscon-SP. Ela explica que o IBGE projeta o PIB da construção com base no desempenho da indústria de materiais de construção. Como as importações de materiais aumentaram muito, esse não é mais um bom termômetro para projetar o PIB. 

Tanto é que ontem o Sinduscon-SP divulgou projeções revisadas para o PIB do setor em 2009. De uma queda de 6%, houve crescimento real de 8,3% ante 2008. "Em 2009, houve um descolamento entre o PIB e a produção de materiais", disse Ana.

Longo prazo

O vice-presidente de Economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, disse que, como a construção civil é uma atividade que trabalha com um horizonte de prazos mais longos, as obras contratadas hoje garantem o crescimento vigoroso do PIB do setor neste ano e no próximo. "Se houver uma deterioração muito grande da economia, isso poderá afetar o setor no fim de 2012 e início de 2013", disse Zaidan. "O crescimento está garantido por três trimestres."

Ana Maria detalhou que o crescimento projetado para o ano que vem será baseado em três pilares: o avanço mais rápido da segunda etapa do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, as obras de infraestrutura para os eventos esportivos de 2014 e 2016 e o crédito habitacional, que deve continuar em expansão.

Ela projeta para este ano crescimento real de 30% no crédito habitacional em relação a 2010 e de 30% nominal em 2012. Foi o avanço do crédito que reduziu a fatia do informalidade no setor. Hoje as empresas respondem por 65% do PIB da construção.

Fonte: O Estado de São Paulo

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ERP de construção civil reduz tempo e recursos com atividades operacionais

Construtora utiliza o software que integra com segurança e rapidez todos os seus processos administrativos.

Estudo de Caso: Softplan / Porte Construtora.


CLIENTE

A Porte Construtora, situada em São Paulo, atua no mercado da construção civil desde 1986. Já construiu 29 empreendimentos, sendo que hoje executa sete obras, devendo iniciar outras três ainda em 2011. Com atuação também na área de incorporação e estruturação de negócios, a Porte expande as possibilidades de negócios em empreendimentos residenciais e comerciais, graças ao relacionamento inovador com os seus diversos públicos.

DESAFIO

Para o desenvolvimento de projetos modernos e inteligentes, com o aperfeiçoamento constante de técnicas de construção e administração, a Porte Construtoranecessitava encontrar uma ferramenta que permitisse atuação ágil, tanto na parte operacional quanto na aquisição de informações gerenciais. A empresa buscava por umsoftware de gestão que visasse, além de maior controle e segurança, a otimização e a integração de seus processos.

SOLUÇÃO

“Dentre as diversas soluções pesquisadas na época da adoção, em 1995, o SIENGEera um dos poucos sistemas específicos para a construção civil. O ERP também atendia às nossas necessidades funcionais e de formato de negócio, com excelente custo-benefício” conta Wil Halada, diretora administrativo-financeira.

O sistema ofereceu uma parceria na busca da empresa pela melhoria e modernização contínua. “Quando você dispõe da ferramenta adequada, há possibilidade de melhorias reais em toda a gestão, com melhor aproveitamento das capacidades dos profissionais e foco no aperfeiçoamento constante dos processos. A migração para desktop, em 2000, melhorou o desempenho do software em aspectos como rapidez, visualização e facilidade de utilização. Já a migração para o SIENGE WEB nos trouxe redução de custo em hardware, software, total mobilidade de uso em diversos sistemas operacionais e browsers. A atualização de versões é segura, ágil e totalmente automatizada, além de ter uma interação com o usuário mais imediata e de fácil entendimento”, destaca a diretora. Ou seja, ao invés de despender tempo e recursos com atividades operacionais, a empresa emprega seus esforços onde é mais importante.


A Porte Construtora utiliza o SIENGE há 16 anos em todos os processos, tanto na área de obras, quanto na administrativa. Em ambas, a utilização do sistema é fundamental para a execução das tarefas. “É muito difícil imaginar como seria a gestão da empresa sem o software. Todas as operações, da rotina até a análise de informações gerenciais, estão integradas e inseridas no sistema. Com absoluta certeza, a empresa não teria a eficiência adequada e precisaria de uma quantidade de funcionários muito maior se não utilizasse o SIENGE”, ressalta Wil.



DESCRIÇÃO DO PRODUTO 
O SIENGE é o único software de gestão específico para construção civil com tecnologia 100% web. É composto por dez módulos integrados: Engenharia, Comercial, Financeiro, Suprimentos, Administrativo, Suporte à Decisão, Portais, Contabilidade/Fiscal, Gestão de Qualidade e Gestão de Ativos. Líder de mercado no segmento, possui mais de 1200 clientes em todo o Brasil. É desenvolvido pelaSoftplan, uma das maiores empresas de desenvolvimento de ERP do país, com 20 anos de experiência e mais de 700 colaboradores.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

CURSO - ORÇAMENTO DE OBRAS

São Paulo, 21 e 22/10 | Rio de Janeiro, 25 e 26/11
Aprenda a orçar obras detalhadamente, com um dos melhores especialistas do país, desde o levantamento da quantidade de materiais até o fechamento do preço de venda.

Conheça as técnicas orçamentárias em todos os seus aspectos. Por meio de cálculos, explicações técnicas e exemplos didáticos, o programa destaca tópicos fundamentais, como composição dos custos unitários dos serviços, encargos sociais, cotações de insumos, custos indiretos e BDI.

Quem deve participar

Arquitetos, engenheiros, técnicos, estudantes e profissionais das áreas de projeto, construção e licitação de obras.

O que você vai aprender

Conceito geral de composição de custos e de produtividade.
Mão de obra - encargos sociais, tipos de contratação possíveis, exigências legais para cada caso
Materiais e equipamentos - cotação de preços, perda e reaproveitamento de materiais, produtividade e depreciação das máquinas.
BDI e Curva ABC – margens de incerteza aceitáveis, custo do capital financeiro, carga tributária. A classificação dos materiais por ordem de importância e a quantidade necessária em cada caso

Benefícios
Maior segurança para elaborar ou interpretar orçamentos, com risco mínimo de erros.
Habilidade para contratar mão de obra por valores competitivos, sem riscos de paralisação da obra ou problemas com a Justiça do Trabalho.
Competência para selecionar fornecedores de materiais e equipamentos, calcular as quantidades certas e ainda evitar desperdícios.
Obtenção de construções seguras que poderão ser comercializas a preços competitivos, permitindo boa margem de lucro.

Mais Informações: http://www.aecweb.com.br/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CUB no país sobe 0,17%


O custo médio do metro quadrado de construção no Brasil, calculado pelo Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), variou +0,17% no mês de setembro em relação a agosto, acumulando alta de +3,86% no ano e de +4,59% nos últimos 12 meses. Em valores monetários, o CUB médio Brasil foi de R$ 865,42 por metro quadrado de construção. 
Custos com mão-de-obra e materiais - Na composição relativa do CUB médio Brasil, o CUB mão-de-obra correspondeu a R$ 447,03 por metro quadrado e apresentou alta de +0,03%. As maiores variações neste item foram observadas no Ceará (+0,81%) e no Paraná (+0,19%).

Por seu turno, o CUB materiais na média Brasil subiu +0,32%, correspondendo a R$ 418,36 por metro quadrado de construção. As altas mais expressivas ocorreram na Paraíba (+2,96%), no Maranhão (+2,44%) e na Bahia (+2,19%).


Quando se analisa o conjunto dos 20 estados pesquisados, tem-se que 11 materiais de construção tiveram altas reais mais generalizadas no mercado nacional, destacando-se: porta lisa para pintura, marco madeira para pintura, tubo PVC rosca água e registro de pressão que variaram em 10 estados; cerâmica esmaltada 20X20 e fio termoplástico que variaram em 9 estados; chapa compensado resinado, areia lavada, tijolo oito furos, porta encabeçada folheada para cera e azulejo branco extra que variaram em 8 estados dentre os 20 pesquisados.

Dentre os materiais que acumulam maior variação nominal no ano destacam-se: fio termoplástico (+30,21%), marco madeira montado para pintura (+9,21%), telha ondulada de fibrocimento (+8,79%), porta encabeçada folheada para cera (+8,76%), marco madeira montado para cera (+8,20%), chapa de compensado resinado (+7,78%) e brita (+7,44%). (Quadro IV - arquivo anexado)

Análise das regiões - Dentre as regiões, o Nordeste apresentou a maior elevação nominal no custo global (+0,84%). O CUB mão-de-obra subiu +0,13%, puxado pela alta ocorrida no Ceará (+0,81%). Os custos com os materiais de construção na região apresentaram variação positiva de +1,42%, influenciados pelas altas ocorridas em todos os estados, exceto no Sergipe onde os materiais apresentaram queda de -1,66%.


Em seguida apresentou-se a região Sul, onde o custo global subiu +0,12%. O CUB mão-de-obra regional subiu 0,08% puxado pela alta ocorrida no Paraná (+0,19%). Os custos com os materiais de construção na região apresentaram variação positiva de +0,16%, influenciados pelas altas ocorridas no Paraná (+0,25%) e no Rio Grande do Sul (+0,17%). 


No Sudeste, o CUB médio global subiu +0,07%. A região apresentou um acréscimo de +0,18% no CUB materiais em função das altas ocorridas em todos os estados da região. O CUB mão-de-obra ficou praticamente estável apresentando queda de -0,01%.


Na região Centro-Oeste o custo global caiu -0,13%. O CUB mão-de-obra ficou estável e o custo com os materiais sofreu redução de -0,26%, em função da queda ocorrida no Distrito Federal (-1,25%). Na região Norte o custo global caiu -0,30%. O CUB mão-de-obra regional manteve-se estável. Os custos com os materiais de construção na região apresentaram variação negativa de -0,57%, resultado influenciado pela queda ocorrida em Rondônia (-1,35%).

Outros indicadores da construção - Em setembro a evolução do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi de +0,11% em relação a agosto de 2006, sendo que o item mão-de-obra variou +0,04% e os materiais e serviços aumentaram +0,18%. O custo médio de construção SINAPI ficou em R$ 565,21 por metro quadrado e registrou elevação de +0,24% no mês de referência. Com isto, o indicador calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acumulou variação de +4,07% no ano e de +5,11% nos últimos 12 meses.

Fonte: assessoria cbic

sexta-feira, 25 de março de 2011

Utilidades e Benefícios de Madeira de Reflorestamento

Setor Elétrico Postes representam de 20 a 25% dos custos de implantação de rede de distribuição.  A grande novidade do mercado elétrico são as novas cruzetas roliças de eucalipto preservado. Benefícios: melhoria do Nível Básico de Isolamento (NBI), fácil manuseio, maiores espaçamentos, fácil manutenção e disponibilidade.

Setor Ferroviário A utilização do eucalipto tratado em dormentes para o setor metro-ferroviário permite o uso de madeira de reflorestamento, que é um recurso natural renovável.Benefícios: maior economia, alto desempenho, durabilidade e versatilidade.

Construção Civil A madeira tratada, oriunda de reflorestamento, é um recurso natural renovável.
Por isso é a melhor escolha para uso em componentes e sistemas produtivos.
Benefícios: redução dos desperdícios, rapidez na montagem, versatilidade e economia.

Setor Rural É recomendada a utilização de mourões, esteios, esticadores e outras peças feitas com madeira tratada de eucalipto de reflorestamento, em substituição às madeiras nativas “ameaçadas de extinção”. Benefícios:disponibilidade, economia, durabilidade e segurança.