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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cartão Amanco CredConstrução financiou R$ 21,4 milhões na compra de materiais de construção este ano em São Paulo


A Mexichem Brasil financiou, por meio do cartão Amanco CredConstrução, R$ 21.457.758 em compras de materiais de construção em todo o Estado de São Paulo nos primeiros sete meses de 2012, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado, quando esse valor chegou a  R$ 17.866.535.

O Estado totaliza R$ 130.635.502 em financiamentos pelo CredConstrução desde outubro de 2008, quando a Mexichem Brasil lançou o primeiro cartão private label vinculado a uma fabricante de material de construção do Brasil. São Paulo conta com 754 lojas onde é possível efetuar as compras com o CredConstrução. O valor médio de financiamento é de R$ 700 na primeira compra e R$ 250 nas demais.

CredConstrução - Idealizado com o objetivo de aumentar o acesso a material de construção, principalmente pela população de baixa renda, o cartão conta com inovações que ajudam as lojas a aumentar suas vendas, como grande taxa de aprovação e ferramentas exclusivas de relacionamento e fidelização de seus clientes. Já os consumidores não pagam TAC (Taxa de Abertura de Crédito) e podem quitar a fatura na própria loja. Além disso, os juros são mais baixos do que os do crediário.

terça-feira, 17 de julho de 2012

CASA COR ALIA SUSTENTABILIDADE COM SOFISTICAÇÃO


CASA COR ALIA SUSTENTABILIDADE COM SOFISTICAÇÃO

O uso de materiais ecológicos e conceitos sobre sustentabilidade estão entre os destaques da 26º edição da CASA COR SÃO PAULO. A parceria existente desde 2009, entre a SUSTENTAX e o Grupo CASA COR, tem permitido que os profissionais da mostra ampliem seus conhecimentos e recebam instruções para tornarem seus projetos mais sustentáveis alinhados com os conceitos de bom gosto, requinte e sofisticação.

Até o dia 22 de julho, o público de CASA COR terá a oportunidade de visitar diversos espaços para se inspirar. Iluminação com lâmpadas fluorescentes, automação e sistema LED

, aplicação de madeira certificada e de demolição, pisos com material rapidamente renovável – como o bambu e a fibra de coco –, vidros, lona de caminhão e cisterna para captação e armazenamento de água da chuva são alguns exemplos empregados nos ambientes e que demonstram que é possível evitar o desperdício e aplicar os materiais de forma consciente.

Abaixo, conheça os 10 projetos eleitos como os mais sustentáveis da CASA COR 2012 e descubra como os profissionais encontraram soluções inovadoras para apresentar ambientes ecologicamente corretos:

CHIQUE E SUSTENTÁVEL
  Foi a proposta de Adriana Noya para o ambiente ADEGA, ganhador do PRÊMIO CASA COR 2012 como o PROJETO MAIS SUSTENTÁVEL. Em sua primeira participação no evento, a profissional integrou a arquitetura de alto padrão com o uso de materiais nobres e sustentáveis, traduzindo em um espaço sofisticado, descontraído e eco - friendly. “Trata-se de uma Adega luxuosa com contraste de texturas e cores fortes, como o vermelho Valentino”. É importante ressaltar também que todo o projeto seguiu os conceitos, recursos e especificações que poderiam contribuir para créditos no sistema LEED caso fosse submetido a um processo de certificação em uma construção permanente, declara a arquiteta.

AGÊNCIA CONCEITO
Para compor o ambiente, Daniel Kalil utilizou cores e móveis de design que dão ao banco um ar mais humano, no lugar de espaços tradicionalmente frios e cinzas. A tecnologia permite que o local se adapte aos clientes, reconheça a cada um e apresente as informações que o usuário deseja. A sustentabilidade também foi contemplada. Toda a iluminação foi feita por meio de lâmpadas LED.

Foram utilizadas pastilhas pequenas de vidro e de inox que permitem o reaproveitamento dos resíduos. Todos os revestimentos foram aplicados em placas de gesso ou MDF, reutilizando por completo os materiais utilizados em outros lugares. Uma parede verde contribui para melhorar a qualidade do ar.

BRINQUEDOTECA
 O projeto da BRINQUEDOTECA, assinado pelas designers Michelle Souza e Vivian Grieco, apresenta diversas tendências tecnológicas e de sustentabilidade a favor de atividades lúdicas, educativas e, principalmente, que proporcionam saúde e bem-estar aos pequenos. O conceito nasce da tendência de valorização do tempo aliado aos cuidados com o bem-estar, assim, a hora da brincadeira torna-se, também, um momento importante para tratamentos como cromoterapia, aromaterapia, musicoterapia, binatural, reflexologia e cuidados com a beleza. De acordo com as profissionais, trabalhar com a própria naturalidade da criança, associada a um ambiente educativo gostoso é uma forma de estimular hábitos saudáveis desde cedo.  

JARDIM DAS ESTAÇÕES
Fruto da união entre os profissionais Sara Palamoni, Meire Lemes e Felipe Mascarenhas e localizado num lugar estratégico, o Jardim das Estações, tem uma área total de 170 m² e foi elaborado para representar as quatro  estações do ano no mesmo projeto paisagístico, com a finalidade de ser um “Lounge de Espera e Descanso” para aqueles que já passearam por toda extensão do evento, buscando atrair a atenção dos visitantes por meio do visual exuberante, ao mesmo tempo que desfrutam do conforto ao esperarem o carro.

Destaque para a utilização de madeira de reflorestamento na construção dos decks, pérgolas e estruturas. A automação da iluminação, bombas d’água das fontes, lagos e do som ambiente, foi projetado para economizar ao máximo a energia elétrica, além de utilizar LED e fibra ótica na maioria das luminárias. 

FACHADA DA CASA DE CAMPO
 Comdestaque à decoração rústica, as arquitetas Katya Francisco e Ligia Cunha apresentam um ambiente aconchegante para a convivência da família e dos amigos, um espaço agradável para uma conversa descontraída, ou mesmo um local para relaxar. O projeto possui um clima campestre e calmo, onde o contato com a natureza acontece por meio de uma proposta educativa e sustentável, exemplificada por um jardim com sementes e plantas frutíferas. Dois lounges e o jardim de flores são outras áreas que compõem o projeto.
  
Próximos à varanda, estão dispostos painéis de vegetação, inspirado nos tijolos ingleses, com aparência rústica e superfície texturizada, e fabricado com vidros de lâmpadas fluorescentes, telas de TVs e monitores de computador, que destaca a preocupação ecológica das arquitetas. 

CAFÉ E DOCERIA
 No CAFÉ E DOCERIA, de Rosane Aguiar, luminárias em LED, paredes e pisos em pedra de granito bruto compõem esse ambiente delicioso e relaxante para um lanche da tarde. Pensando no conforto e sustentabilidade, ela usa madeiras certificadas de reflorestamento, base de pet reciclado e biombos com gesso acartonado. A referência ao clima, textura e perfumes, o espaço de 150m² trabalhado com delicadeza, resgata o romantismo e charme Parisiense.

 SERVIÇO:
Período: de 29 de maio a 22 de julho de 2012.
Horário: de terça a sábado das 12h às 21h30. Aos domingos e feriados das 12h às 20h.
Special Sale: de 19 a 22 de julho de 2012.
Local: Jockey Club de São Paulo.
Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1173, Cidade Jardim, São Paulo / SP.
Preço: de terça a sexta - R$ 39,00.
Sábado, domingo e feriados - R$ 45,00.
Passaporte: R$ 75,00 (válido para todos os dias da mostra).
Mais Informações: (11) 3819-7955.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Alvenaria estrutural: a opção do mercado imobiliário


Por Marcelo Kaiuca

As estatísticas comprovam: o boom do mercado imobiliário, ancorado na disponibilidade crescente do crédito para financiamento habitacional, deve continuar em alta no Brasil, mesmo com o agravamento da crise econômica internacional. Com a redução da taxa Selic, os juros dos financiamentos habitacionais caíram, favorecendo os compradores de imóveis. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, reduziu os juros de 10% para 9% ao ano para imóveis de até R$ 500 mil, incluídos no Sistema Financeiro de Habitação 

(SFH) e prevê que as contratações de crédito imobiliário chegarão a R$ 90 bilhões, após os R$ 81,8 bilhões em empréstimos habitacionais tomados em 2011. Em 2002, considerado o “fundo do poço” do mercado imobiliário, foram vendidas apenas 29 mil unidades residenciais, num total de R$ 3 bilhões de crédito habitacional. 

Com a edição da Lei 10.931, em 2004, que instituiu garantias a construtoras, incorporadoras e animou investidores do mercado imobiliário, foi criado o ambiente inicial para a arrancada do setor. A somatória desses fatores promoveu a maior explosão de lançamentos imobiliários, nos mais diversos padrões, em quase todo o país e vem impulsionando o uso da alvenaria estrutural com blocos de concreto em regiões que não tinham tradição nesse sistema construtivo, no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. 

Isto porque a alvenaria estrutural feita com blocos de concreto é o sistema construtivo ideal para a construção de médio e baixo padrão e até no padrão médio-alto, pela redução de custos e de prazos da obra, entre outras vantagens. 


Sistema imbatível 

Essa constatação é avalizada por um dos mais experientes arquitetos e profissionais da área de pré-fabricados de concreto é confirmada pelo também experimentado engenheiro e projetista estrutural Arnoldo Wendler, de Campinas-SP, e que atua em diversas regiões do país. Ele desenvolveu uma planilha, juntamente com construtoras com as quais trabalhou ao longo dos seus 30 anos de profissão, que revela a alvenaria estrutural com blocos de concreto como “praticamente imbatível” na construção de edifícios de até quinze pavimentos e com reduções entre 5% e 10% em edifícios acima de desse gabarito, comparada à construção convencional (veja tabela). De acordo com o engenheiro e projetista estrutura, “edificações construídas com alvenaria estrutural de blocos de concreto exigem, porém, uma boa coordenação arquitetura-estrutura e projetos de instalações para serem bem-sucedidas e aproveitar ao máximo todas as vantagens do sistema construtivo”, adverte Wendler. 

Essa redução de custos com o uso da alvenaria estrutural com blocos de concreto, explica o projetista, deve-se ao fato de que os prazos são menores, não há necessidade de profissionais de custo mais elevado, como carpinteiros e armadores – para montar fôrmas e armaduras, no caso da construção convencional em concreto – e o acabamento também ganha economia, com a dispensa de reboco e emboço. Wendler ensina que, para isso, é necessário ter mão d obra bem preparada – “algo que se consegue com 15 dias de treinamento” – e equipamentos racionalizadores na obra. Nos edifícios mais altos, esses equipamentos fornecem, além de racionalização e precisão, maior segurança para os operários, afirmam projetistas e construtores. 

As vantagens da alvenaria estrutural com blocos de concreto estão sendo cada vez mais levadas em conta por incorporadores e construtores devido às exigências de competitividade num mercado aquecido. E, principalmente, nos empreendimentos voltados para programas habitacionais, como o Minha Casa, Vida e outros, desenvolvidos por governos estaduais e prefeituras, cujas margens de rentabilidade são bastante estreitas e, assim, exigem sistemas construtivos altamente econômicos, que envolvem muito menos mão de obra especializada, em falta no mercado atualmente, para não perder rentabilidade. Quem não aproveitar os ganhos proporcionados por esse sistema construtivo, certamente pode perder mercado para concorrentes antenados com as práticas mais racionalizadoras e de melhor custo-benefício existentes no país.. 

Marcelo Kaiuca é presidente da BlocoBrasil-Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto 

REDUÇÃO DE CUSTOS 

1. Materiais 

Redução de armaduras 

(Andar tipo = 320 m² ) 

Concreto armado: 5.933 kg 

Alvenaria estrutural: 1.432 kg 

Grande redução de fôrmas: 

Convencional – só painel de laje 

Laje içada – quase 100 % 


Revestimentos mais econômicos: 

5 cm a 6 mm de gesso interno 

2 cm a 2,5 cm de massa externa 


2. Processo 

- Rapidez na execução da obra 

- Limpeza e racionalização de canteiro 

- Grande redução de desperdício e resíduos (23% para 6%) 


3. Manutenção 

- Redução do retrabalho e manutenção pós-obra (redução do custo pós-obra em 

50%) 

- Eliminação das patologias sistemáticas (não há interface de sistemas) 


Economias por tipo de obra 

Quatro pavimentos 

25% a 30% 

Sete pavimentos sem pilotis, com alvenaria não-armada 

20% a 25% 

Sete pavimentos com pilotis, com alvenaria armada 

15% a 20% 

Sete pavimentos com pilotis 

12% a 20% 

Doze pavimentos sem pilotis 

10% a 15% 

Doze pavimentos com pilotis, térreo e subsolo em concreto armado 

8% a 12% 

Dezoito pavimentos com pilotis, térreo e concreto armado 

4% a 6% 

Fonte: Engenheiro Arnoldo Wendler 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Casa Cor estreia em 2012 com aplicativo inédito que proporciona visita guiada



Pela primeira vez uma mostra de decoração terá um aplicativo que simula uma visita guiada pelos ambientes com os próprios arquitetos.

O maior evento de decoração do país começou ontem 29 de maio e a tecnologia está nas mãos do público. Isso se deve a um aplicativo idealizado pela publicitária Lucila Zahran Turqueto, editora do Casa de Valentina e desenvolvido pela BR Mobile, que vai proporcionar uma maior interação do público com os mais de 90 ambientes da mostra. 

Exclusivo para iPhone e iPad, poderá ser baixado gratuitamente na Apple Store. Seu conteúdo proporcionará uma verdadeira visita guiada, na qual os próprios arquitetos apresentarão seus trabalhos aos visitantes. 

A VCA Filmes já gravou 90 vídeos com os profissionais que participam do evento. A ideia é que as pessoas que baixarem o aplicativo assistam um vídeo com os profissionais contando um pouco sobre o conceito do espaço, vejam o antes e depois do ambiente e tenham a possibilidade de conhecer outros projetos realizados pelos arquitetos e decoradores, tendo assim, um panorama maior do trabalho daquele profissional. 

“Com o aplicativo buscamos tornar muito mais fácil ao visitante da Casa Cor a missão de encontrar um arquiteto com o qual se identifique ou simplesmente mais agradável seu passeio pela mostra”, destaca Lucila.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Em 2012 vendas de materias para construção deve aumentar R$ 87 bilhões


O IBOPE Inteligência aponta que os brasileiros deverão gastar R$ 87,79 bilhões com material de construção neste ano. Esse total representa um aumento de 14,8% em relação ao gasto em 2011, que somou R$ 76,43 bilhões. As classes B e C são as que mais gastarão. A classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo nesse segmento: 42,93% de todo potencial de consumo provêm dela. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 34,02% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 18,02% e a DE (20,58% dos domicílios), de 5,03%
Potencial de consumo por região


Por região, o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 51,3%, seguido pelo Sul (18,08%) e Nordeste (15,99%). O Centro-Oeste tem um potencial de 9,16% e o Norte, de 5,47%.

Quando analisado o consumo per capita, a região Sul é a mais representativa, com um gasto médio anual de R$ 676,39. Em segundo lugar aparece o Centro-Oeste, com R$ 630,39. A região Sudeste aparece em terceiro lugar, com um gasto médio per capita de R$ 596,43. Depois aparecem o Norte (R$ 401,15) e o Nordeste (R$ 356,69).
Nas regiões Norte e Nordeste a classe C tem potencial de consumo maior. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste o consumo da classe B é superior ao das demais classes.
O potencial de consumo refere-se ao consumo domiciliar, ou seja, aquele comprado por pessoa física junto a varejistas do ramo, para reforma do lar ou construção da casa própria. Não inclui, portanto, os negócios realizados entre as construtoras e as indústrias de materiais de construção.

Fonte: IBOPE

sábado, 24 de março de 2012

FEICON BATIMAT - Salão Internacional da Construção 2012


Entre os dias 27 a 31 de Março de 2012 acontece em São Paulo a FEICON BATIMAT - Salão Internacional da Construção. Em sua 20 edição, configura-se como o principal evento do setor da construção na América Latina., com o objetivo de demonstrar produtos, tendências, soluções e lançamentos, reunindo em um único local o maior número de expositores de todas as partes do Mundo, atraindo um público altamente qualificado, em busca de networking e negócios. 
Simultaneamente ocorre o Núcleo de Conteúdo Feicon Batimat com palestras e discussões, preparando os profissionais para o futuro da indústria. 

Numa ação colectiva organizada pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), 14 fabricantes e distribuidores de acessórios, ferramentas e materiais de construção portugueses irão expor seus produtos no evento.

Perfil da Feicon Batimat

Edição: 20ª edição
Data: 27 a 31 de Março de 2012
Horário: 10h às 19h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana - CEP 02012-021 São Paulo - SP

VISITAÇÃO: Proibida a entrada de menores de 12 anos, mesmo que acompanhados. Evento exclusivo para profissionais do setor. O visitante que comparecer ao evento sem convite ou sem o pré-credenciamento feito deverá fazer sua inscrição no local. A entrada custará R$ 50,00*.

*Formas de pagamento: dinheiro ou cartão de débito.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Construção civil terá PIB forte em 2012


Apesar da deterioração do cenário, obras já contratadas garantem crescimento de 5,2%

07 de dezembro de 2011 - O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve continuar crescendo neste ano e no próximo num ritmo superior ao da economia em geral, apesar da deterioração do cenário mundial. Projeções do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) divulgadas ontem indicam que o PIB da construção civil deve aumentar 4,8%, ante um acréscimo de 3% da economia. Para 2012, a estimativa é que o PIB geral cresça 3,5% e o da construção civil tenha uma acréscimo de 5,2%.

Ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o PIB da construção civil do terceiro trimestre cresceu apenas 0,2% ante o segundo trimestre, descontadas as influências sazonais. Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, a alta foi de 3,8%. "Esse resultado está subestimado", afirmou Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos e responsável pela análise econômica do setor feita pelo Sinduscon-SP. Ela explica que o IBGE projeta o PIB da construção com base no desempenho da indústria de materiais de construção. Como as importações de materiais aumentaram muito, esse não é mais um bom termômetro para projetar o PIB. 

Tanto é que ontem o Sinduscon-SP divulgou projeções revisadas para o PIB do setor em 2009. De uma queda de 6%, houve crescimento real de 8,3% ante 2008. "Em 2009, houve um descolamento entre o PIB e a produção de materiais", disse Ana.

Longo prazo

O vice-presidente de Economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, disse que, como a construção civil é uma atividade que trabalha com um horizonte de prazos mais longos, as obras contratadas hoje garantem o crescimento vigoroso do PIB do setor neste ano e no próximo. "Se houver uma deterioração muito grande da economia, isso poderá afetar o setor no fim de 2012 e início de 2013", disse Zaidan. "O crescimento está garantido por três trimestres."

Ana Maria detalhou que o crescimento projetado para o ano que vem será baseado em três pilares: o avanço mais rápido da segunda etapa do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, as obras de infraestrutura para os eventos esportivos de 2014 e 2016 e o crédito habitacional, que deve continuar em expansão.

Ela projeta para este ano crescimento real de 30% no crédito habitacional em relação a 2010 e de 30% nominal em 2012. Foi o avanço do crédito que reduziu a fatia do informalidade no setor. Hoje as empresas respondem por 65% do PIB da construção.

Fonte: O Estado de São Paulo

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Projeto Sustentável: Exsa mantêm comprometimento com Meio Ambiente




Dentro da Região Metropolitana de Campinas (RMC), a EXSA Incorporações figura como uma das empresas do setor imobiliário que mais investe em programas sustentáveis. Para isso, implantou em 2004, uma divisão para tratar de questões relacionadas com o meio ambiente.
Em números, a Exsa já plantou, somente no município de Indaiatuba (que fica há 100 quilômetros da capital paulista) mais de 20 mil mudas de 80 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica. No empreendimento Quintas da Terracota, por exemplo, a estimativa é chegar as 13 mil mudas. O gerente de Marketing da Exsa, Jair Italiani, revela que a Construtora mantêm um viveiro com mais de 80 espécies nativas da Mata Atlântica. “Fazemos um trabalho diferenciado no tocante a compensação ambiental, pois além de cumprir com o plantio exigido pela legislação, fazemos um trabalho de manutenção das mudas plantadas por até quatro anos. Isso permite que essas mudas sejam acompanhadas e tenham maior chance de prosperarem”, conta.



Envolvimento

 As ações desenvolvidas pela Exsa envolvem também parcerias com escolas e faculdades do município para conscientização da necessidade de preservação do ambiente e de sustentabilidade, além de palestras sobre o tema e plantio em mutirão com os estudantes. “Estamos desenvolvendo um edifício com dispositivo para descarte e armazenamento de óleo de cozinha saturado que possibilitará sua reutilização em usinas de biodiesel”, lembra Italiani.
A Exsa ainda está investindo em novos projetos de economia de energia elétrica, para viabilizá-los vêm desenvolvendo parcerias. “Iremos incluir em nossos empreendimentos, num futuro próximo, um sistema de iluminação a base de energia solar”, comenta.

O projeto ambiental da Exsa vai muito além do plantio. Começa no planejamento, manejo das mudas e após a realocação na terra, tem início o trabalho de constante manutenção, que prossegue por até três anos, para que as mudas ganhem estrutura e se desenvolvam sozinhas. Nos processos de compensação ambiental a Exsa Ambiental busca envolver alunos dos cursos de gestão ambiental de instituições renomadas como a Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (Fiec) e a Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (Fatec-Id). Além de contar com o auxílio de alguns profissionais que atuam em outras áreas da incorporadora.

Projeto sustentável

Atualmente a divisão de projetos está trabalhando no desenvolvimento de um edifício de apartamentos com conceito de auto-sustentabilidade. As ações começam no planejamento eficaz na entrega e retirada de material da obra, diminuindo assim, a circulação de veículos no local, passando pelo reaproveitamento de água de chuva e por um programa de redução do desperdício no canteiro de obras.

A Exsa Incorporações, dentro desse contexto, está desenvolvendo, por meio de parcerias estratégicas, projetos em vários municípios brasileiros. Entre eles Jaguariúna, na RMC; Pindamonhangaba no Vale do Paraíba; Ubatuba no litoral paulista; Brasília e Fortaleza, que receberão em breve um empreendimento com o selo de qualidade Exsa.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Por que a arquitetura paulistana reflete nas plantas os hábitos e costumes dos moradores?


Regiões da cidade podem ser identificadas pela influência da imigração em traços comuns no estilo de construir e distribuir os cômodos.


Ao escolher um bairro para fixar residência os moradores costumam prestar atenção ao ritmo de vida das regiões. Algumas áreas são reconhecidas pela vida noturna agitada, outras pela variedade gastronômica ou cultural, ou ainda pelas opções de lazer para crianças. É bastante interessante a relação estabelecida entre a cultura e o estilo de vida dos moradores, fator que influencia diretamente no lay-out das plantas dos empreendimentos imobiliários.

Segundo a arquiteta paulistana Renata Marques, trata-se de um processo natural. “As casas e apartamentos refletem nas plantas as necessidades e costumes de cada cultura ou estilo de vida. Por exemplo, em bairros com forte influência de imigrantes portugueses ou italianos as áreas de convivência, como cozinhas e salas, costumam ser muito valorizadas”, explica.

Os bairros do Tatuapé e Móoca refletem essas características em seus empreendimentos. A maior parte da área construída costumava ser ocupada por casas espaçosas com jardim e quintal, além de cozinhas e salas amplas, para receber os familiares. “Os moradores descendentes desses povos tem prazer em cozinhar e gostam de estar próximos da família, logo as áreas de convivência eram muito valorizadas”, aponta Renata. 

Essa zona está passando por um novo boom imobiliário, e desta vez observa-se a verticalização dos imóveis, mas sem deixar de lado essas preferências, que podem ser observadas em outros aspectos. “Para essas famílias, apesar dos filhos muitas vezes não morarem mais com os pais, é importante ter várias vagas na garagem, facilitando o acesso de quem as visita. Outro ponto a ser levado em conta são as áreas externas dos apartamentos. A sacada tem muita importância, oferece o conforto de estar ao ar livre, como nos quintais e jardins, ainda que dentro do apartamento”, esclarece a arquiteta.

Em outra direção, a região central de São Paulo e bairros como a Bela Vista, que antigamente costumava ser habitada por imigrantes, ganham muitos empreendimentos em forma de estúdio - um grande cômodo apenas com todos os ambientes integrados. Na verdade uma solução moderna para solteiros e recém-casados, que buscam o local pela efervescente vida cultural.

Percebe-se também, nos imóveis voltados para os jovens, a flexibilidade de lay-out. “Tudo é muito prático. Os apartamentos não têm lavanderia, por exemplo, a área de serviço é conjunta”, analisa Renata.

Na Liberdade, o diferencial já pode ser notado no estilo das construções, que lembram a arquitetura Oriental, onde se observa desde os telhados inclinados em estilo japonês até influencias culturais, seguindo as orientações do Feng Shui.

Perdizes é um bairro essencialmente de casas que vem se verticalizando com o tempo. As construções antigas dão lugar a apartamentos mais modernos e seguros. “Esta já é uma região onde as principais mudanças são para adequar os prédios à questão de oferecer mais segurança”, observa Renata. 

Cozinhas e áreas de convivência ganham importância

A arquiteta constata que os espaços gourmet e cozinhas estão mais valorizados do que nunca nos novos empreendimentos, já que acabam funcionando inclusive como áreas de convivência. Ela diz que este é um reflexo desta cultura da culinária que vem chegando ao Brasil sob forte influência dos franceses e italianos. “O brasileiro vem descobrindo o prazer de cozinhar, de experimentar novos pratos e, principalmente, vivenciar este processo”, finaliza.

Fonte: Assessoria de imprensa

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acerte na compra de portas e janelas


Qualquer projeto de construção que se preze precisa levar em conta a qualidade dos materiais utilizados. Isso é fato. Antes, elementos básicos, como portas e janelas, eram vistos como objetos arquitetônicos e simples. Hoje, a percepção é outra. Portas e janelas fazem toda a diferença na composição dos ambientes e já se tornaram uma preocupação na hora de construir e reformar. 

Foi-se o tempo em que as janelas eram o último elemento a ser comprado. As esquadrias já são elementos decorativos e funcionais da casa e, por isso, precisam de atenção e cuidado ao serem escolhidas. 

Em primeiro lugar, o consumidor deve certificar-se da qualidade do produto que está comprando e ficar atento aos padrões mínimos de produção, segurança e resistência. De nada adianta um produto bonito se este não estiver dentro das normas mínimas de segurança regulamentadas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Estas normas regularizam desde o isolamento acústico de janelas e portas, até as características principais do produto, como estanqueidade, umidade do solo e periodicidade de inspeções, prazos para a substituição de peças e condições de manutenção que levarão a se atingir a longevidade esperada. 

Outro fator de fundamental importância é definir bem o material a ser utilizado. No mercado, há uma série de opções, como alumínio, PVC, madeira e aço. Cabe ao consumidor, ou ao arquiteto, saber qual produto está de acordo com a proposta e a necessidade da obra. Neste sentido, fatores como localização, clima, custo-benefício e custo de manutenção devem ser levados em conta. 

Casas de praia, por exemplo, exigem atenção em relação à ventilação e à vedação por conta do clima. Já em projetos em centros urbanos, o consumidor deve se focar em produtos que garantam bom isolamento termoacústico e ainda estar atento à direção predominante do vento. Dados geográficos e comportamentais da vizinhança como se existe vida noturna intensa (isolamento acústico), se o terreno da obra está localizado perto de uma escola ou ainda se naquela região há pouca circulação de vento. 

Projetos com cunho ambiental podem buscar materiais sustentáveis para sua composição sem perder atributos de beleza. Neste caso, destaque para esquadrias de alumínio que, além de ter apelo ecológico por conta da estrutura física do metal, garantem versatilidade na decoração, visto que o alumínio aceita diferentes tipos de acabamento (pintura eletrostática e anodização), com baixo custo de manutenção, alto grau de estanqueidade à água de chuva e capacidade de isolamento termoacústico.        

           
            Em geral, o guia básico para comprar janelas e portas pode ser definido da seguinte maneira:
  1. Localização do projeto e avaliação do clima – Região serrana, praia, centro urbano etc.
  2. Especificações técnicas do produto e regulamentação quanto à legislação vigente – normas técnicas, segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
  3. Definição do melhor material a ser utilizado em sua obra e o que ele pode agregar em valor – durabilidade, versatilidade para composição de ambientes, modelos e sistemas de funcionamento. Existem diversas opções no mercado: alumínio, PVC, aço, madeira etc.
  4. Credibilidade da empresa fornecedora – principalmente em projetos sob medida.
  5. Espaço do vão disponível para instalação dos produtos – mensurar espessura, altura e largura.
  6. Sistema de funcionamento das esquadrias – espessura do perfil, qualidade dos acessórios.
  7. Custo de manutenção – qual é o tempo de vida médio? Sofre efeitos de corrosão? Quais são as medidas preventivas?
  8. Decoração - A esquadria dá a opção de diversos tipos de acabamento? É possível aplicar outras cores e texturas?

 Ricardo Martins é gerente comercial da Zeloart


Informações para imprensa
Kátia Dutra – katia@amaradei.com.br
Bárbara Gengo – barbara@amaradei.com.br
Anelisa Maradei – ane@amaradei.com.br
Tel: 11 29786283 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pinus e eucalipto

Fechamos parceria com grande fornecedor e estamos oferecendo PINUS e EUCALIPTO com ótimos preços e qualidade de produto!
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